Atendendo a algumas respostas apreciativas e inúmeras ignorativas, aqui está......

27 novembro 2009

Resposta para o Chacra: nenhuma das anteriores

O Gustavo Chacra pergunta: Qual a sua solução para o conflito entre israelenses e palestinos? A minha é nenhuma das anteriores. O Líbano devia se incorporar ao Brasil. A maioria dos libaneses já mora aqui mesmo, a cultura libanesa já está mais do que incorporada, nossa constituição tem espaço de sobra para 27 estados. O que falta ao Líbano é a turma-do-deixa-disso, que aqui no Brasil tem de sobra, para pôr panos quentes nos conflitos. Nosso país do futuro ganha um passado, o deserto de homens e ideias ganha um pé no berço da escrita. Os 2 lados só têm a ganhar.

Israel deve entrar para os Estados Unidos. Não vivem dizendo que Israel é um estado avançado americano? Passariam a dizer com razão. As 2 economias são semelhantes: high-tech, extremamente empreendedoras, com side businesses de agricultura no deserto e setores militares importantes. Israel não tem constituição, os Estados Unidos tem uma excelente, a melhor de todas, a única que garante liberdade de expressão e pensamento. Do outro lado incorporar um estado judeu falante de hebraico acabaria de vez com bobagens como impor a língua inglesa como oficial, ou falatórios sobre nação cristã. Os Estados Unidos são compostos por 50 estados com governo disfuncional, iam ter um a mais. A União não cresce há meio século, contrariando o destino manifesto, então enquanto Cuba não vem seria melhor pensar em alternativas extracontinentais.

A Palestina entraria então para a União Europeia. Os europeus dizem tanto se preocupar com os palestinos, bem que podiam fazer alguma coisa em vez de falar. Para a Europa seria bom expandir um pouco os horizontes geográficos pelo Mediterrâneo, e ligar-se à origem da religião cristã através dos árabes majoritariamente muçulmanos. Nem a esquerda nem a direita teriam como se opor se quiserem manter a coerência. Dinheiro para resolver os problemas de um país pequeno Bruxelas tem de sobra, bem como experiência em lidar com terrorismo sem comprometer a democracia. The whole thing is a no-brainer.
Postar um comentário