Atendendo a algumas respostas apreciativas e inúmeras ignorativas, aqui está......

12 maio 2009

O fetiche do embaixador

Quando lambe o traseiro de um déspota dono de reservas de petróleo, mesmo se arriscando a fazer papel ridículo, o embaixador Amorim ainda pode argumentar que o faz por dinheiro. Mas quando faz genuflexões para o chanceler de um país falido como a Coreia do Norte, que não tem nem arroz para alimentar a própria população, e que ameaça entrar em guerra contra um parceiro comercial importante, o pretexto de prostituição não cola. A única explicação é um fetiche pelos glúteos dos tiranos.
Postar um comentário